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As sindicâncias podem ser acompanhadas on line por intermédio da senha. Assim, você saberá quando estiverem prontas e, uma vez prontas, poderão ser vistas imediatamente pelo site, podendo ser visualizadas pelo período de 30 dias. Também podem ser retiradas em nossa recepção, mediante apresentação do boleto bancário devidamente quitado.
ALERTAMOS QUE O ORIGINAL FICARÁ DISPONIVEL EM NOSSA EMPRESA PELO PRAZO MÁXIMO DE 45 DIAS.

A prestação do serviço somente se inicia quando da confirmação do pagamento do boleto que ocorre no 1º dia útil seguinte ao pagamento. Esclarecemos que no caso do pagamento realizado com cheque, o prazo para confirmação ocorrerá após a compensação do mesmo.

Informamos que nossas fichas originais possuem alto relevo e selo holográfico. O relevo deverá ser testado caso você venha a receber a ficha cadastral das mãos de outrem. Assim, importante se faz que a própria pessoa interessada na verificação do cadastro, solicite pessoalmente o mesmo diretamente no SPI.

As fichas realizadas para locação de imóveis tem uso exclusivo para tal finalidade, não servindo para a utilização em fiança. Atenção para esse fato, pois ele é muito importante.

Cuidado com as falsificações e retenha os originais das fichas para inquilino e fiador no ato do contrato. Se você não fizer isso, estará facilitando para que eventual fiador profissional ou inquilino profissional negocie várias locações com a mesma ficha.

Maiores dúvidas, entre em contato conosco.

Nunca faça negócio sem antes ter a certeza de que a ficha realmente foi feita no SPI, pois possuímos 45 anos de experiência no mercado, sempre trabalhando com seriedade e ética.

 
TRF4 devolve à CEF imóvel do Minha Casa Minha Vida vendido pelo beneficiário a terceiro
O Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) deu provimento, na última semana, a pedido de reintegração de posse da Caixa Econômica Federal (CEF) e mandou que uma moradora que adquiriu imóvel por contrato particular de uma beneficiária do Minha Casa Minha Vida deixe a moradia para que o imóvel seja devolvido ao banco. A beneficiária do programa, que é moradora da cidade de Joinville (SC), foi acionada judicialmente pela CEF após vender seu apartamento adquirido pelo Programa Minha Casa Minha Vida em menos de um ano a uma terceira, por contrato de gaveta. A ré comprou o imóvel em 22 de março de 2012 e o revendeu em 11 de outubro do mesmo ano. Conforme a decisão do juiz federal Nicolau Konkel Júnior, convocado para atuar no tribunal, a compra direta de imóvel residencial com contrato de parcelamento e alienação fiduciária no Programa Minha Casa Minha Vida, celebrado entre a CEF e a primeira contratante, expressa claramente que o imóvel é destinado à moradia própria do contratante e de sua família. Konkel ressaltou que o desvio dessa finalidade leva ao vencimento antecipado da dívida. “Na hipótese, embora contemplada com o benefício social para aquisição da casa própria, a contratante transferiu a posse direta do bem a terceiro (por meio de contrato particular de ´compromisso de compra e venda´), atraindo contra si os reflexos do vencimento antecipado da dívida junto ao Fundo de Arrendamento Residencial (FAR)”, afirmou o magistrado. Como a ré não tem recursos para saldar a dívida, o imóvel deve ser devolvido à CEF. Konkel acrescentou em seu voto que os programas sociais de promoção da aquisição da propriedade imóvel por pessoas de baixa renda não podem ser usados para especulação imobiliária. “A meu ver, o deferimento do pedido liminar de reintegração de posse em nada afronta o direito à moradia da ocupante irregular, sob pena de inversão dos preceitos legais”, concluiu. Ag 5018893-48.2013.404.0000/TRF
 
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